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Especialista em cirurgia do aparelho digestivo e endoscopia digestiva, o médico Álvaro Albano de Oliveira Neto conta um pouco de sua história, fala sobre a obesidade e seus riscos, as novidades na área da cirurgia bariátrica e os serviços da Clínica Oncosul voltados para o aparelho digestivo.

Dr. Álvaro diz que a escolha da profissão se deu pela paixão e dedicação do pai, o médico pediatra Álvaro Albano e da irmã Renata Albano, ginecologista.

“Foram exemplos claros do caminho a ser seguido e da postura a ser copiada”. Desde a graduação, a cirurgia foi uma paixão empolgante e os cinco anos de especialização foram a ratificação desta boa escolha. “Iniciei na especialização, em épocas, em que a cirurgia bariátrica estava evoluindo e novas técnicas vinham surgindo com toda a força”, diz. Também comenta que a endoscopia digestiva assumiu um papel não só de exame diagnóstico, mas um caráter cada vez mais cirúrgico e de tratamento de tumores e obesidade.

“Acompanhar de perto essas mudanças tão dinâmicas me deu a certeza de que fiz a escolha certa”, fala. O médico explica que a obesidade é uma doença epidêmica  chega a 15% da população do Sul da Bahia) e a necessidade de novos centros de tratamento e o aumento do arsenal de luta contra a doença são a chave para ajudar no controle desses dados e contribuir positivamente para a nossa região. Tanto que agora o serviço está disponível na Oncosul, e a Clínica integra uma equipe de  especialistas na área. “O combate das doenças do aparelho digestivo e o diagnóstico precoce de doenças oncológicas necessitam de maiores ofertas de centros de diagnóstico”, diz. Para ele, muitos investimentos vêm sendo feitos no setor privado na nossa cidade e a chegada de novos colegas e serviços fortalecem a região que, tradicionalmente, sempre esteve como referência na Medicina no Estado. “Existem profissionais com formação nos melhores hospitais do Brasil e estou torcendo para que haja uma melhora importante e urgente no sistema público e a ampliação de serviços”, declara.

Dr. Álvaro aponta, ainda, que a obesidade é considerada uma doença multifatorial. “Não é só a equação entre o que comemos e gastamos que nos faz obesos mórbidos. Há fatores genéticos, comportamentais, emocionais, metabólicos e nutricionais envolvidos”, destaca. Por isso, o sucesso está no tratamento multidisciplinar e em um bom preparo pré-operatório e acompanhamento pós-operatório.

Alvaro Albano - Doctoralia.com.br